1º LUGAR - Jéssica Louise Bemelli T. 302
Assimilando o “bicho-papão”
Atualmente, o momento da escolha profissional para o jovem tem sido conturbado. Os obstáculos aparecem ao longo do caminho e assustam: a família pressiona, as opções de curso são inúmeras e a indecisão se aprofunda. Entretanto, nem tudo é dúvida, o vestibulando precisa concentrar-se em conhecer melhor a si próprio e as profissões que o aguardam.
Primeiramente, se deveria praticar mais o autoconhecimento. Uma decisão de vida como esta não pode ser tomada por desconhecimento, logo é preciso explorar seus pontos fortes, refletir sobre seus planos, ideais e ambições. Só assim, a escolha poderá ser segura e confiante.
Também é essencial o conhecimento das profissões que poderão ser escolhidas. A escolha feita às escuras certamente resultará em frustração. O jovem deve buscar o máximo de informações disponíveis sobre o curso pretendido, atuação fora da universidade, responsabilidades e sobre o mercado de trabalho. Desse modo, a chance de escolher um curso que não vai ao encontro de seus objetivos diminui muito.
Hoje, se tem toda informação do mundo ao alcance da maioria, isso não pode ser desperdiçado. Chances, como por exemplo, o projeto “UFRGS Portas Abertas”, devem ser aproveitadas, para a melhor orientação do jovem.
Logo, este passo não precisa ser tão difícil. Com calma, serenidade e muito conhecimento – tanto pessoal, quanto do mundo – a escolha torna-se algo natural. Não se deve esquecer a importância dessa decisão, mas só uma pessoa pode fazê-la corretamente, e é quem vai vivê-la, ou seja, o próprio jovem.
2º lugar - LAURA BOEMEKE –T.302
Escolha Profissional: quando ela se torna um problema
Passar pela adolescência já é naturalmente um período complicado. E é justamente nesta fase que o jovem precisa escolher a profissão a qual gostaria de seguir. A partir daí, surgem conflitos e questionamentos. A pressão dos pais e a insegurança dos jovens podem se tornar os culpados por uma escolha profissional equivocada.
Conforme uma pesquisa divulgada pelo jornal Zero Hora, o retorno financeiro e o status social da profissão influenciam a decisão do vestibulando. Este pode ser o começo do problema, pois o jovem não terá bons retornos quando opta por fazer aquilo que não gosta. Além disso, falta informação sobre os cursos oferecidos e sobre como estes estão diante do mercado de trabalho.
Outro fator prejudicial a ser levado em conta, é a pressão dos pais para que a escolha seja feita de forma breve. Isso direciona o jovem ao erro, pois durante o período de decisão, o adolescente precisa de apoio e de compreensão familiar.
A fim de que o jovem se prepare melhor para o vestibular e tenha mais tempo para pensar sobre o curso que gostaria de seguir, a solução encontrada por alguns são os cursinhos. Apesar de supostos aliados, para algumas famílias podem ser considerados perda de tempo, já que exige do jovem total dedicação, impedindo- o de trabalhar, por exemplo. Além disso, são geralmente caros e algumas famílias não têm condições de pagar por eles.
Sendo assim, para uma melhor escolha profissional, é preciso cautela, maior informação sobre os cursos e o apoio, tanto da família como o das escolas, já que são os responsáveis pela formação do cidadão de amanhã. Somente assim, o jovem estará amparado na busca de uma decisão coerente com suas capacidades e seus objetivos.
3º LUGAR Daniela Ferrari – T.302
Os conflitos da escolha profissional
Ao passar pela infância e chegar à adolescência, os jovens se deparam com uma infinidade de dúvidas e incertezas e inegavelmente algo que os preocupa muito é a escolha profissional. O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, a variedade de cursos aumenta constantemente e a decisão de o que fazer durante sua vida parece difícil e complicada, o que não envolve apenas o jovem, mas também aqueles que estão a sua volta.
Devido à falta de maturidade que tem alguém que acaba de sair do período escolar, a influência de outras pessoas nas suas escolhas torna-se muito fácil. A família envolve-se no processo e o adolescente, que também está confuso e indeciso, acaba tomando rumos que não são de sua vontade apenas para seguir aquilo que os outros querem.
A pessoa que ingressa hoje no mercado de trabalho é cada vez mais exigida e isso é algo conflituoso para o jovem, que está apenas iniciando uma carreira. A preocupação de conseguir um emprego e ganhar dinheiro e independência também pode induzi-lo a não fazer aquilo que realmente gosta.
Outro ponto que acaba confundindo o adolescente é a quantidade de cursos disponíveis. Quem opta pela área de saúde, por exemplo, pode escolher entre Medicina, Farmácia, Enfermagem, entre tantas opções. Isso confunde os alunos que podem optar por algo que talvez nem saibam o que exatamente é.
O jovem no meio disso tudo deve pesquisar, refletir e analisar aquilo que acha correto e diante disso, decidir por algo que goste. Somente fazendo o que lhe dá prazer, é que ele vai se tornar uma pessoa realizada futuramente.